Mineração dos EUA reduz número de acidentes com trabalho de agência especializada

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A experiência do governo dos Estados Unidos em relação ao setor de mineração foi apresentada hoje, na Expo & Congresso Brasileiro de Mineração (EXPOSIBRAM 2019), pelo secretário adjunto do Trabalho, Saúde e Segurança Minerária do Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, David Zatezalo.

Ele também é o diretor responsável pela Mine Safety and Health Administration (MSHA), uma agência governamental criada em 1912 para gerenciar as condições de saúde e segurança dos operários das minas a fim de evitar mortes, doenças e ferimentos. Em 106 anos de atividades, o número de acidentes fatais caiu de 3.600 para 27, em 2018.  “Não é complicado mudar esse cenário”, adiantou Zatezalo, que trabalha com uma equipe de 2 mil profissionais capacitados internamente e 150 escritórios.

A MSHA desenvolve uma série de iniciativas para aumentar os níveis de segurança nas mais de 13 mil minas do país. Entre elas, estão duas vistorias anuais a todas as plantas abertas e quatro procedimentos do gênero nas instalações subterrâneas. O acompanhamento estreito da atividade também permite detectar problemas que são solucionados com a devida agilidade. No ano passado, uma falha de processo provocou a vistoria de 4 mil equipamentos.

A agência também tem um canal direto com as empresas, o que garante que as ocorrências de acidentes sejam reportadas em um prazo máximo de 15 minutos à MSHA.

Barragens

A instituição também define e acompanha a construção das barragens no país. Segundo o secretário, são 1.640 no país, todas categorizadas. Delas, 400 são de alto risco. “Dependendo das condições e dos riscos, principalmente os naturais, as barragens não são construídas. Na mineração, um erro pode provocar mortes e nós temos que atuar para que elas não aconteçam”, conclui.

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