Kinross é uma das 150 melhores empresas para se trabalhar

A Kinross Brasil Mineração foi eleita como uma das 150 melhores empresas para se trabalhar em 2018. Realizada pela revista VOCÊ S/A, a pesquisa premiou as empresas que mais se destacaram em gestão de pessoas e bom ambiente organizacional. Destaque na categoria “Indústrias diversas”, a Kinross conquistou a premiação pela quarta vez.

A edição deste ano do “Guia Você S/A – As 150 Melhores Empresas para Trabalhar” teve participação recorde de 500 empresas, que se inscreveram de forma voluntária para a análise. A pesquisa é realizada pela equipe da revista em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA).

Sobre a Kinross

A Kinross atua nas atividades de pesquisa e desenvolvimento mineral, mineração, beneficiamento e comercialização de ouro. É uma das maiores produtoras de ouro do Brasil, responsável por 22% da produção nacional.

Com operação na mina Morro do Ouro, em Paracatu, noroeste de Minas Gerais, e escritório em Belo Horizonte, a empresa integra a Kinross Gold Corporation, grupo canadense com presença na América do Sul (Brasil e Chile), América do Norte (Estados Unidos e Canadá), África (Gana e Mauritânia) e Eurásia (Rússia).

Importante empreendimento industrial de Paracatu, a Kinross responde por cerca de 22% dos postos de trabalho formais do município. São cerca de 1.800 empregos diretos e quase 3 mil terceirizados.

Além de ser a principal geradora de impostos e grande fomentadora de outros negócios, a Kinross investe em iniciativas que contribuem para o desenvolvimento do território e é certificada por normas nacionais e internacionais ligadas à saúde, segurança, gestão ambiental e responsabilidade social. Destacam-se as certificações do Código Internacional de Cianeto , OSHAS 18001, ISO 14001 e SA 8000.

Em 2006, a empresa iniciou um grande projeto de expansão que elevou a capacidade de lavra de minério para 61 Mtpa e fez com que a produção anual de ouro em Paracatu praticamente triplicasse, chegando a 17 toneladas por ano. O projeto também ampliou em mais de 15 anos o tempo de vida útil da mina, agora estimado até 2030.

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