Mineradoras apoiam projeto em prol do enfrentamento à violência em MG

A mineração, uma das atividades mais importantes da economia de Minas Gerais, também é uma parceira da sociedade quando se trata de ações sociais. As mineradoras AngloGold Ashanti, Gerdau, Usiminas, Vale, Samarco e Nexa são fundadoras do Instituto Minas pela Paz (IMPP), uma organização civil sem fins lucrativos, que combate a violência e criminalidades.

Constituído em 2007, o IMPP tem a missão de promover a cultura da paz, por meio da inclusão social, tendo em vista a transformação da vida de pessoas socialmente vulneráveis. O Instituto atua na assistência social, inclusão e promoção de direitos. “O IMPP sugeriu ao governo de Minas o serviço do 181 Disque Denúncia, um canal de comunicação do cidadão com as Polícias Civil e Militar e Corpo de Bombeiros de Belo Horizonte (MG) para o enfrentamento à criminalidade. Desde 2007, foram apreendidas 34 toneladas de drogas, 18 mil armas, 210 mil munições, dentre outros resultados relevantes”, afirma Maurilio Pedrosa, gestor do IMPP.

Segundo ele, no âmbito do sistema prisional, o Instituto trabalha nas Associações de Proteção e Assistência aos Condenados (APACs). “Em parceria com o Sistema S ofertamos cursos profissionalizantes e mobilizamos a comunidade para a geração de trabalho e renda. Já qualificamos quase 6 mil detentos e 1.500 egressos foram incluídos no mercado de trabalho formal. Além disso, o IMPP trabalha com jovens em cumprimento de medida socioeducativa, incentivando-os por meio dos programas de aprendizagem. São 554 jovens atualmente que conciliam estudo e trabalho remunerado a partir das oportunidades criadas pelo Minas pela Paz”, explica.

Para o Othon Maia, gerente de comunicação da AngloGold Ashanti, o Instituto Minas pela Paz realiza um trabalho extremamente relevante de promoção da paz e justiça social, um tema fundamental na agenda nacional. “Para a AngloGold Ashanti é motivo de muito orgulho ser uma das empresas fundadoras do Instituto, além integrante de seu Conselho e Diretoria”, analisa.

Clique aqui e saiba mais sobre o Instituto Minas pela Paz.

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