Processos produtivos na mineração podem se tornar práticas sustentáveis

A abertura da programação do Summit Amazônia Produtiva, organizado pelo Grupo Liberal, realizado nesta quarta-feira (11), no Belém Hall, teve início às 9h, com a palestra de Poliana Bentes, coordenadora do Simineral. Ela destacou as ações da mineradora Vale nos municípios de Parauapebas e Canaã dos Carajás.

 

Cinthia Rodrigues, do IBRAM. Foto Igor Mota/O Liberal.

A segunda rodada de palestras ficou por conta da gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do Ibram, Cinthia Rodrigues, que teve início às 9h40. Cinthia falou sobre o futuro da mineração, que chamou de Indústria 4.0.

De acordo com a gestora, o novo modelo de produção envolve quesitos como a reutilização de materiais e baixa emissão de carbono. “A ideia de economia circular é fundamental, e não significa apenas reciclagem, mas pensar, desde o início dos processos produtivos, de qual maneira as peças das máquinas poderão ser utilizadas daqui a 20 ou 30 anos, por exemplo”, explicou.

No turno da manhã, o evento se voltou para a importância da comunicação entre as empresas mineradoras e as populações das cidades paraenses, além das práticas de preocupação com o meio ambiente.

MINERAÇÃO

De acordo com a organização do Grupo Liberal, que contou com o patrocínio da Vale e apoio do Simineral, o tema mineração foi escolhido por ser um setor fundamental para a economia estadual. No último ano, por exemplo, as Indústrias de Mineração e Transformação Mineral responderam por 88% das exportações no Pará.

A expectativa é que nos próximos cinco anos, a indústria mineral invista mais de R$ 22 bilhões e gere mais de 260 mil empregos diretos e indiretos na cadeia produtiva local, respondendo por mais de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) paraense.

Fonte: Jornal O Liberal

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