Série: recuperação de áreas mineradas | Viveiro ajuda a restaurar ecossistemas no Pará

Uma área esverdeada repleta de mais de 100 espécies florestais. Criado para atender às demandas de restauração de ecossistemas no Pará, o viveiro florestal de Carajás tem muito o que comemorar. Afinal, o último ano foi bastante produtivo. O excedente dessa produção é usado em ações socioambientais junto às comunidades em que a Vale atua. Desde o início das atividades do projeto, a água da chuva é captada da cobertura da área de germinação e é aproveitada na irrigação das mudas florestais.

O Viveiro Florestal de Carajás encerrou o último ano com uma produção de 204.855 mudas de 125 espécies nativas da região. O resultado, que supera as 140 mil mudas produzidas no ano anterior, foi essencial para o trabalho de recuperação de Áreas de Preservação Permanente (APPs), realizado pela Vale no sudeste do Pará. Foi com essas mudas que a empresa recuperou um total de 85 hectares (uma área equivalente a 85 campos de futebol) no entorno do Mosaico de Unidades de Conservação de Carajás.

Ao logo de 2017, foram plantadas nas APPs 116.155 mudas de 122 espécies florestais. Várias dessas espécies estão ameaçadas de extinção, como a castanha do Pará, o mogno, o cedro e o jaborandi. Para 2018, o supervisor Operacional de Fauna e Flora da Vale, Sérgio Souza Júnior, afirma que a previsão  é manter a produção de 200 mil mudas (atual capacidade do Viveiro), para dar sequência ao trabalho de recuperação de áreas de preservação.

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