Repasse financeiro às comunidades é tema de reunião promovida pelo IBRAM


O 2º encontro do Grupo de Trabalho Mineração, Comunidades e Instrumentos Financeiros – crédito: IBRAM

Construir um repositório de possibilidades que reflita a realidade do setor e auxilie as comunidades na escolha da melhor técnica a ser adotada para a gestão de repasse financeiro que proporcione independência e desenvolvimento social.  Essas são as principais finalidades do Grupo de Trabalho Mineração, Comunidades e Instrumentos Financeiros criado pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) e seus associados. Na última quarta-feira (10/10), representantes de várias mineradoras estiveram na sede do Instituto para participar da 2ª reunião do grupo.

O 2º encontro teve o propósito buscar entender como ocorrem os repasses financeiros das empresas para as comunidades,  mapeando casos setoriais de grandes empreendimentos que têm alcançado bons resultados ao tornar a comunidade independente e próspera por meio de repasses sistematizados que gerem desenvolvimento ao local.

Para a assessoria Técnica do IBRAM, Elena Renovato, este é só o começo de um trabalho que pretende gerar guias de adoções voluntárias sobre o tema. “Queremos construir modelos setoriais de repasse de fácil aplicabilidade: diversificados, mistos ou não, evidenciando os pontos de atenção de cada um, positivos e negativos, para auxiliar a comunidade na escolha do modelo mais adequado à realidade local”. Também participou da reunião a gerente de Assuntos Ambientais do IBRAM, Cláudia Salles, idealizadora e LÍDER DO GT.

Para a próxima reunião o GT tem como finalidade Identificar diferentes atores que trabalhem com as comunidades no âmbito da gestão de repasses, a exemplo do Ministério Público, ONGS, líderes comunitários e academia.

 

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