Livro Verde: uma publicação sobre a gestão ambiental do setor mineral no Brasil
22 Maio 2023
A relação entre mineração e meio ambiente está em constante evolução. O setor busca cada vez mais uma atividade sustentável e que prioriza a preservação do meio ambiente. Além de a atividade mineral ser necessária, já que seus produtos fazem parte do dia a dia de todas as pessoas, ela também é a ponte para um futuro de baixo carbono.
Você quer saber como o setor mineral tem evoluído na preservação do meio ambiente e na gestão ambiental?
O Livro Verde da Mineração do Brasil, publicação do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), fornece dados, apresenta contextos, reconhece boas práticas e incentiva o debate sobre o desempenho da gestão ambiental do setor mineral no Brasil.
Com acesso gratuito, a publicação tem o objetivo de demonstrar à sociedade uma face muito interessante do setor: que ele é compatível com a preservação ambiental em muitos aspectos, sendo um dos que mais investe nesse tipo de iniciativa no país.


Esta mensagem é reforçada pelas informações detalhadas sobre as mineradoras associadas e sua atuação embasada em ESG – sigla que representa ações nas áreas ambiental, social e de governança –, que resulta em ganhos para a sociedade brasileira.
“O conteúdo do livro surpreende, principalmente os que não estão muito familiarizados com a realidade da moderna indústria da mineração. Os impactos da atividade são mais conhecidos, consequências dos processos industriais, porém, o alto nível de atenção à questão ambiental, em vários níveis e indo além das exigências legais, é ainda um fato que merece ser mais bem conhecido pelo público. Este livro cumpre este papel”, disse Raul Jungmann, diretor-presidente do IBRAM.
A publicação cria também uma conexão entre a mineração e as agendas internacionais e é uma forma de o público compreender como o setor é fundamental para a vida humana.
“No livro estão relatos exitosos de casos de várias mineradoras, que se conectam às agendas globais, como as relacionadas, por exemplo, ao combate aos riscos climáticos, à transição energética, à descarbonização, à ampliação das fontes de energias renováveis, ao cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, entre outros”, ressaltou Jungmann.








